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Reforma residencial: aprenda como planejar seguindo o orçamento!

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Não tem jeito: a reforma residencial é algo que, eventualmente, se torna necessário. Isso pode acontecer porque o imóvel está com sinais de deterioração, o sistema hidráulico está com problemas ou até mesmo porque a família optou por mudanças no acabamento e na decoração.

Diante disso, é importante estabelecer um orçamento para que a reforma não se torne sinônimo de dívidas. É fácil “perder a mão” e acabar gastando mais do que a renda da família permite sem um bom planejamento. Por isso, acompanhe as dicas!

Elabore um projeto

Antes de iniciar a reforma residencial, é essencial elaborar um projeto. Ir às compras de materiais sem definir o que vai ser feito é um erro. Diante de tantas possibilidades, ofertas e produtos atrativos na loja de construção, é normal acabar se empolgando e colocando no carrinho muito mais do que era compatível com o orçamento.

O que vai ser feito?

Defina previamente quais serão as principais alterações:

  • cômodos que serão reformados;
  • mudanças na planta ou apenas no acabamento;
  • reformulações elétricas ou hidráulicas;
  • piso frio ou quente etc.

Quanto pode ser gasto?

Com base nos principais pontos planejados para a reforma residencial, já dá para ter uma ideia de quanto será investido. Mas não se esqueça de nada! Planeje:

  • compra de materiais;
  • contratação de mão de obra;
  • gastos com limpeza pós-reforma;
  • remoção de entulho;
  • hospedagem, caso a família precise deixar a residência vazia.

Para tudo isso, defina o teto permitido para os gastos, mas mantenha uma margem de erro que servirá como reserva. Assim, mesmo que haja algum imprevisto ou mudança nos planos, o orçamento familiar não será comprometido.

Faça diferentes cotações

Com o projeto em mãos, é hora de pesquisar preços e tentar fechar os melhores negócios. Saber exatamente o que será feito e ater-se a isso já coloca o comprador em uma posição favorável, pois evita que os vendedores consigam “empurrar” mais do que a sua reforma residencial previa.

Além disso, na comparação de preços, tanto para materiais como para serviços, preze pela qualidade. O ideal é considerar a relação custo-benefício, e não se deixar levar pelo preço mais barato.

Afinal, produtos de qualidade dão resultados melhores e duram mais, resultando em economia no longo prazo e menos dor de cabeça com consertos. O mesmo vale para os profissionais e seus serviços.

Negocie as formas de pagamento

Compras à vista costumam ser vantajosas, pois, muitas vezes, resultam em descontos. Por isso, vale a pena optar por guardar o dinheiro necessário por uns meses e comprar tudo de uma vez, se a reforma residencial não for urgente.

Agora, caso o parcelamento seja a opção mais adequada, tente fazer negociações em relação aos juros ou aproveitar condições especiais. Alguns fornecedores oferecem a possibilidade de parcelar sem encargos.

Ainda, existem linhas de crédito voltadas especificamente para reforma e construção. Mas é claro: como qualquer empréstimo bancário, há uma incidência de juros que nem sempre é benéfica para o orçamento. Portanto, deixe essa opção como uma saída em casos de reformas emergenciais e lembre-se de comparar várias simulações.

Seguindo estas dicas, a sua reforma residencial não comprometerá o orçamento disponível. Como você viu, a palavra-chave é planejamento, tanto na decisão pelos reparos, como na comparação entre preços de materiais e serviços. Ainda, vale a pena pesquisar sobre as possibilidades de pagamento para escolher a mais vantajosa.

As dicas foram úteis? Ótimo! Então, compartilhe o conteúdo nas suas redes sociais e ajude seus amigos na reforma sem dor de cabeça!

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